Londres - Uma desilusão amorosa seria o estopim da depressão e da morte, possivelmente por overdose de drogas, da cantora Amy Winehouse, de 27 anos, encontrada em sua casa em Londres, no sábado. De acordo com o jornal ‘The Sun’, Amy teria pedido em casamento o diretor de cinema Reg Traviss, 34 anos, mas ele não quis. A recusa teria levado a cantora ao fundo do poço e piorado seu quadro de dependência química.
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Os tabloides britânicos de ontem afirmavam que Winehouse teria sido vista comprando uma grande quantidade de drogas na noite de sexta-feira. Segundo o ‘Sunday Mirror’, ela comprou cocaína, heroína, ecstasy e ketamina. A necropsia que vai revelar a causa da morte, inicialmente marcada para ontem, só deverá ser realizada hoje, de acordo com a polícia.

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Amigos da cantora afirmaram que ela participou de muitas festas nos últimos dias, regadas a drogas e álcool. “Amy passou os últimos sete dias em uma farra enorme e as pessoas estavam dizendo que ela iria beber até a morte”, disse um amigo. “Ela ficava constantemente fora de controle e bebia garrafa após garrafa”, disse outro amigo.
No sábado, vizinhos disseram ter escutado gritos vindo da casa da cantora, mas a polícia afirmou que não havia marcas de violência no corpo da artista, o que pode descartar a hipótese de uma briga. Desde a notícia da morte, fãs depositam flores do lado de fora da casa de Amy.
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Mãe achava que seria uma questão de tempo
A mãe de Amy Winehouse disse que a cantora não estava bem quando se encontraram um dia antes de sua morte, informou o ‘Sunday Mirror’, na edição de ontem. Janis Winehouse afirmou que a morte de sua filha era “apenas uma questão de tempo”. “Ela parecia fora de si”, disse a mãe de Amy, admitindo ainda não ter assimilado a morte repentina da filha.
Mitch Winehouse, pai da cantora e músico, cancelou uma série de apresentações em Nova York e retornou a Londres. A casa de shows Blue Note Jazz Club, onde Mitch iria se apresentar, publicou um comunicado em seu site cancelando o show e prestando condolências à família.
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Os tabloides britânicos de ontem afirmavam que Winehouse teria sido vista comprando uma grande quantidade de drogas na noite de sexta-feira. Segundo o ‘Sunday Mirror’, ela comprou cocaína, heroína, ecstasy e ketamina. A necropsia que vai revelar a causa da morte, inicialmente marcada para ontem, só deverá ser realizada hoje, de acordo com a polícia.

Foto: Divulgação
Produtor da rede de televisão MTV, Danny Panthaki afirmou ontem que a cantora britânica morreu de overdose de ecstasy. “O namorado de uma amiga é policial e foi ele quem encontrou Amy Winehouse morta. Foi uma overdose de ecstasy”, disse em entrevista ao ‘Sunday Mirror’.>> LEIA MAIS: Terceiro álbum só não saiu por causa das drogas
Amigos da cantora afirmaram que ela participou de muitas festas nos últimos dias, regadas a drogas e álcool. “Amy passou os últimos sete dias em uma farra enorme e as pessoas estavam dizendo que ela iria beber até a morte”, disse um amigo. “Ela ficava constantemente fora de controle e bebia garrafa após garrafa”, disse outro amigo.
No sábado, vizinhos disseram ter escutado gritos vindo da casa da cantora, mas a polícia afirmou que não havia marcas de violência no corpo da artista, o que pode descartar a hipótese de uma briga. Desde a notícia da morte, fãs depositam flores do lado de fora da casa de Amy.
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Mãe achava que seria uma questão de tempo
A mãe de Amy Winehouse disse que a cantora não estava bem quando se encontraram um dia antes de sua morte, informou o ‘Sunday Mirror’, na edição de ontem. Janis Winehouse afirmou que a morte de sua filha era “apenas uma questão de tempo”. “Ela parecia fora de si”, disse a mãe de Amy, admitindo ainda não ter assimilado a morte repentina da filha.
Mitch Winehouse, pai da cantora e músico, cancelou uma série de apresentações em Nova York e retornou a Londres. A casa de shows Blue Note Jazz Club, onde Mitch iria se apresentar, publicou um comunicado em seu site cancelando o show e prestando condolências à família.